A Cidade no Tempo - Centenário de fatos 2011

A Cidade no Tempo – Centenário de fatos 2011

Publicado em 18/11/11 às 5h37
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NESTE ANO É O CENTENÁRIO DOS SEGUINTES FATOS (DE 1911)

Jacareí é dotada de um Liceu de Artes e Ofícios, instalando-se no prédio do Ginásio “Nogueira da Gama”

Começa a circular nesta cidade “O Imparcial”, folha comer- cial, literária e noticiosa, da qual era redator-chefe B. Prado. (Be- nedito do Espírito Santo Prado)

7/fevereiro – Nasce José Maria de Abreu, filho do maestro Juvenal de Abreu e Leopoldina de Souza Abreu.

5/março – Estréia o Bijou Cinema, empresa de Perretti e Cia.

4/maio – Maria de Jesus, acusada de ter “abandonado à voragem dos urubus uma criança, que horas antes havia dado à luz”, foi absolvida na sessão de júri por 7 votos, pela negativa do fato principal.

8/junho – O jornal “A Liberdade”, desta data, anuncia que o Estado adquiriu o prédio que pertenceu ao Ginásio “Nogueira da Gama” para instalar uma instituição profissional.

11/junho – O cidadão Cezario Antonio Alves, negociante na rua Salvador Preto, foi preso ao ultrapassar, numa procissão do Espírito Santo, a parte reservada ao público para a do pálio, sob o qual é levado o Espírito Santo. Por tentar passar a força e ser novamente repelido, houve empurrões e, por esse motivo, foi preso pelo delegado de Polícia Sr. Amâncio Dias.

22/junho – 1911 – (quinta-feira) É inaugurado no largo do Bom Sucesso, na casa do Ajudante Braga, o Cinema Popular, de pro- priedade de Américo Mercadante & Cia.

25/junho – É criado, nesta cidade, um instituto de ensino pro- fissional. Está instalado em prédio adquirido pelo governo esta- dual. Consta o seu programa de matemática, desenho profissional, ferreiros, serralheiros, carpinteiros e tecelões.

15/novembro – Foi assentada hoje a pedra fundamental para a construção do grande edifício onde brevemente será instalada a importante fábrica de meias do Sr. Antonio Mercadante e outros.

19/novembro – O jornal “A Liberdade” publica que a redação do jornal foi procurada por pessoas reclamando de rapazes que “se comprazem em pôr apelidos injuriosos nas gentis senhoritas da nossa sociedade e até em senhoras respeitáveis, escrevendo-os em papel e deixando pelas ruas”.

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