A cidade no tempo – 23/12/11

Publicado em 22/12/11 às 11h46
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25 – 1865 – Em sessão presidida por Paula Machado foi lida portaria do Governo Provincial com data de 13 de dezembro presente em qual autoriza a Câmara a gastar 50$000 réis com o conserto da ponte, que pediu em seu ofício de 6 do mesmo. A Câmara deliberou que o vereador Abreo mandasse consertar e apresentasse as férias para ser pago pela Coletoria. Em 14 de dezembro o Inspetor do Tesouro participou a esta Câmara que estava à disposição dela 50$000 réis na Coletoria desta, para o conserto da ponte do Paraíba nesta cidade. A Câmara ficou ciente.

26 – 1864 – Em sessão foi lida portaria do Governo Provincial, datada de 19 de dezembro presente, participando que estavam à disposição desta Câmara 700$000 réis do alteamento do aterrado do Avareí a Manoel Frugêncio Leite. A Câmara oficiou ao Inspetor da Tesouraria Provincial pedindo que dê ao Procurador de Manoel Frugêncio, em São Paulo, ao Sr. Joaquim Thimoteo de Araujo Junior, os ditos setecentos mil réis.
Obs: Em razão do subsolo o aterro do Avareí teve que ser refeito ao longo do tempo, até que houve estabilização do terreno.

27 –1871 – O Fiscal apresentou, no seu relatório à Câmara, um rol de serviços que precisam ser executados: 1) é preciso preparar a frente da Cadeia; 2) retelhar e consertar as portas das casinhas; 3) fazer correr as águas da rua nova e rua Direita para o Cassununga; 4) fincar 20 moirões de cerne no largo da Quitanda para amarrar os animais; 5) mandar fazer um curral para depósito dos gados que for pegado de noite; 6) consertar a rua em frente do senhor Delfino na rua do Comércio. (idem)
Obs: Chamavam de casinhas as lojas do interior do Mercado Municipal.

28 – 1871 – A Câmara oficia ao Presidente da Província fazendo sentir a necessidade ingente que há de concluir a nova estrada que desta segue à Freguesia da Escada.
Obs: Trata-se da estrada que hoje vai para Guararema.

29 – 1871 – A Câmara pede ao Sr. Presidente que mande fazer o conserto das janelas da Sala da Câmara e mandar colocar os lampiões nos cantos da Cadeia; e o Procurador pagar as despesas. Também incumbiu de contratar com o pedreiro para fazer a ponte da rua ou travessa do Rosário ao teatro pela quantia de 120$000.

30 – 1871 – É lido em sessão, o pedido de José Jacinto Ferreira da Silva de um terreno que se acha devoluto, desde a casa de Januário Serrador até o largo do Carmo e sai da rua do Bão Sucesso e vão entestar com os terrenos do Comendador Paula Machado.

ESTA COLUNA, COM MODIFICAÇÕES, VOLTARÁ EM FEVEREIRO DE 2012. NESTES SEIS ANOS, FORAM 260 PÁGINAS DE INFORMAÇÕES SOBRE A NOSSA HISTÓRIA

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