A Cidade no Tempo – de 1 a 11 de março

Publicado em 2/3/12 às 2h44
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Março
1º – 1889 – Na sessão ordinária foi lido um ofício do Governo autorizando a Câmara a receber do Exmo. Barão de Santa Branca as chaves da Casa da Câmara. Foi lido outro ofício do Exmo. Barão acompanhando as chaves do Edifício e oferecendo objetos diversos, de acordo com a nota abaixo transcrita, acompanhando faturas dos mesmos na importância de 2:067$000 réis: um relógio; cinco dúzias de cadeiras americanas; uma cadeira de couro bordado; duas cadeiras de palhinha com braços; uma mobília para a sala do Júri; quatro escarradeiras; dois limpa pés; um tapete e quatro capachos.
O Doutor Mendonça indicou para que a inauguração da Casa da Câmara seja feita com uma sessão solene extraordinária, no dia 25 do corrente. A Câmara aprovou.
O Doutor Licínio Lopes Chaves faz duas indicações: pede que o Procurador fique encarregado de pedir a pessoa que tem, por favor, seja encarregado de zelar e dar corda no relógio da Casa da Câmara, para continuar, até que esta tenha verba votada para pagar a essa pessoa. A Câmara aprovou.
2 – 1866 – Na sessão da Câmara foi lido um requerimento de João Rodrigues Munhoz e Bento Joaquim da Costa pedindo que a Câmara não atendesse a representação dos moradores do Bairro do Rio Abaixo. A Câmara despachou que não atendeu o querido por ter deferido o requerimento dos moradores. O assunto é o da feitura de uma estrada passando por terras de João Joaquim e Bento da Costa.
5 – 1836 – Pela lei provincial no. 41, desta data, são dadas providências para a conclusão da ponte sobre o rio Paraíba, na estrada de Jacareí para Paraibuna e São Sebastião.
10 – 1861 – Sérgio Teixeira de Macedo participa que aceitou com satisfação o cargo que lhe incumbiram de representar esta Câmara na Corte do Rio de Janeiro, na ocasião da inauguração da Estátua Eqüestre do Exmo. D. Pedro 1º. A Câmara ficou ciente.
11 – 1862 – O Inspetor da Tesouraria em data de 27 de fevereiro pp. mandou uma circular que versa sobre a prestação de fiança a que são obrigados os coletores pela arrecadação dos impostos municipais.
Obs. Nessa época a arrecadação dos impostos era feita por terceiros, que se habilitavam em edital da Câmara. Eram obrigados a apresentar fiador.
RECADO – Concluída a cronologia de março, continuará a ser publicada a genealogia da Família Mesquita. Agradeço as manifestações de interesse por essa publicação que procura resgatar a memória dessas famílias que ajudaram na formação da nossa História.
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