Menos de 2% da população brasileira doa sangue

Publicado em 23/11/17 às 1h00
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No sábado, dia 25, é celebrado mundialmente o Dia do Doador de Sangue. De acordo com o Ministério da Saúde em 2014 a taxa de doação de sangue para cada mil habitantes no Brasil foi de 18,49, ou seja, 1,8%. Entre 2013 e 2014, houve aumento de 4,5% nas coletas de bolsa de sangue, passando de 3,5 milhões para 3,7 milhões.

Dados da ONU apontam que o Brasil doa proporcionalmente menos do que outros países da região, como Argentina, Uruguai ou Cuba. Muitos não têm essa consciência ou esbarram em leis muito antigas que os impedem de doar sangue.

No Brasil, para doar sangue é preciso estar em boas condições de saúde, estar descansado e bem alimentado, ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 anos precisam da autorização do responsável para fazer a doação), pesar mais de 50 quilos, portar documento oficial com foto e respeitar o intervalo mínimo entre cada doação (3 meses). Um veto polêmico do Ministério da Saúde também impede homossexuais de doarem sangue. Para ativistas de direitos LGBT, a norma é “discriminatória”.

O sangue é insubstituível. Ainda não existe nenhum tipo de medicamento que possa substituí-lo. A doação é fundamental para que milhares de vidas possam ser salvas em todo o mundo. Quem precisa, só consegue graças à generosidade de quem doa.

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