Sindicato declara greve na Johnson e Johnson

Publicado em 5/12/17 às 3h35
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Na segunda-feira, dia 4, os funcionários da Johnson em São José dos Campos iniciaram uma greve por tempo indeterminado. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores Químicos e Farmacêuticos de São José dos Campos e Região, a greve começou porque a empresa recusou aumento real, abono, não aplicação da reforma trabalhista e da terceirização na atividade-fim. A empresa propôs um aumento de 1,83%, o que foi rejeitado pelo sindicato.

Os trabalhadores reivindicam aumento de 4% e abono salarial de R$ 2 mil. A greve conta com adesão de 100% dos trabalhadores e segue por tempo indeterminado.

“Não houve avanço com a empresa em pontos específicos, como: percentual de desconto do transporte e da alimentação, a não aplicação da reforma trabalhista e da terceirização na atividade-fim, o combate ao assédio moral e aumento real”, comenta o dirigente sindical Wellington Cabral.

Em nota, a empresa Johnson & Johnson disse que a paralisação é devido a negociação coletiva relacionada às cláusulas de 2017-2018 e que mantém um diálogo aberto com todas as classes representativas de seus funcionários. A empresa afirmou também que não medirá esforços para buscar uma solução negocial.

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