Passageiros sem cinto de segurança também causam multa aos motoristas

Publicado em 6/12/17 às 2h55
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O motorista que exerce atividade remunerada com o carro deve sempre dirigir com responsabilidade, fazer vistoria veicular, passar por avaliação psicológica e redobrar a atenção ao uso de cinto de segurança. Além de usar o próprio cinto, o motorista deve exigir o mesmo do passageiro, tanto para quem está no banco do carona quanto no banco traseiro, pois passageiro sem cinto também é motivo de multa.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), deixar o motorista ou o passageiro de usar o cinto de segurança é infração grave, com multa de R$ 195,23 e cinco pontos na CNH.

Falar ao celular ou manusear o aparelho ao volante também é passível de multa: infração média, R$ 85,13 e quatro pontos ou gravíssima, R$ 293,47 e sete pontos. O uso do aparelho só deve ser feito com o veículo parado e estacionado. O motorista só pode usar a função GPS do celular, quando mesmo estiver fixado no para-brisa ou no painel dianteiro, em suporte adequado.

Para dirigir veículos como vans, ônibus, micro-ônibus, caminhões, treminhões e ônibus articulados, é necessário ser habilitado em categorias específicas. As categorias C e D exigem experiência de até dois anos na categoria B (ou de um ano na categoria C para solicitar a D), e de um ano na C ou D (a partir da B) para a categoria E. Para as categorias D e E, é preciso ter 21 anos.

Taxistas e motoristas que realizam o transporte particular de pessoas em automóveis por meio de aplicativos, por exemplo, precisam ter apenas a categoria B com a inscrição “exerce atividade remunerada no verso”.

“A segurança no trânsito é fundamental para todo motorista e, principalmente, para aqueles que exercem atividade remunerada, considerando que estão sempre ao volante. Nós, do Detran.SP, queremos conscientizar a todos para medidas preventivas. Com uma simples mudança de atitude, muitos acidentes podem ser evitados e muitas vidas podem ser salvas”, afirma Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

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